Firmezas e Assentamentos – Parte 1

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Você sabe qual é a diferença entre uma firmeza e um assentamento? Se você não sabe, ouve esse episódio, que eu garanto que esse assunto vai ficar muito mais claro para você.

Transcrição do Episódio

Olá, meus irmãos e minhas irmãs de caminhada! Bom dia, boa tarde, boa noite, boa madrugada! Bom tudo para vocês! Está todo mundo bem? Espero que vocês estejam equilibrados, ou pelo menos que estejam se equilibrando nessa energia maravilhosa dos espíritos iluminados que nos acompanham! E a gente está aqui iniciando mais um episódio do Podcast Alma de Poeta… hoje a gente vai conversar sobre um assunto importantíssimo para quem frequenta terreiro, para quem trabalha na Umbanda e principalmente para quem conduz um trabalho espiritual na Egrégora da Umbanda. A gente vai falar sobre firmezas e assentamentos. Você sabe qual é a diferença entre uma firmeza e um assentamento? Se você não sabe, ouve esse episódio, que eu garanto que esse assunto vai ficar muito mais claro para você. Meu nome é Evandro Tanaka, eu sou médium umbandista e nesse podcast a gente fala sobre Umbanda, sobre Espiritualidade, sobre Mediunidade e também sobre as poesias do Pai Antônio.

Bom, pessoal, antes da gente começar a conversar sobre firmeza e assentamento, a gente precisa deixar uma coisa muito bem clara: qual é a diferença que existe entre Orixá e Entidade? Para quem é mais velho de Umbanda, essa dúvida pode parecer meio ridícula, né? Uma coisa básica. Só que assim, muitas pessoas que ouvem o nosso podcast, estão iniciando na Umbanda agora, ou são pessoas que nem se consideram umbandistas. Elas ouvem o alma de poeta simplesmente por interesse em saber um pouco mais sobre a nossa religião. E não existe dúvida ridícula, né? Como diz o grande filósofo, todo mundo começa do começo! E o começo é o básico!

Eu lembro de uma filha de santo que frequentava o nosso terreiro… Eu não vou falar o nome dela para não constranger. E ela já devia estar frequentando as giras há uns quatro ou cinco meses. Pouquíssimo tempo! Daí, um dia ela chegou para mim e falou assim: “Evandro, eu não entendo a diferença entre Orixá e Entidade. Para mim parece ser a mesma coisa… As manifestações são muito parecidas. Quando os médiuns dizem que trazem o Orixá, quando os médiuns dizem que trazem a Entidade. Essas palavras não são sinônimas?

E eu entendi a dúvida dela porque, para quem está começando, realmente é um assunto complicado. Ainda mais nos terreiros que recebem aqueles espíritos que a gente chama de enviados dos Orixás, que é aquela espiritualidade que desce, incorpora no médium, com uma energia muito mais intensa do que as Entidades que dão atendimento. E muitos terreiros não chamam essa espiritualidade de enviados. Eles consideram como se fosse o próprio Orixá se manifestando. Daí a dúvida da moça!

Só que o que acontece? Pela doutrina de Umbanda, os médiuns não incorporam Orixás. O que eles incorporam são os seus falangeiros. São espíritos que vibram e que trabalham na energia daquele Orixá. Então, às vezes, na corrente mediúnica, a médium pode receber a incorporação de Iansã, por exemplo. Ou então pode receber Xangô. Ou então pode receber… sei lá… Omulú. Só que não é o Orixá que está incorporando. É o representante daquele Orixá. Vocês conseguem entender essa diferença?

Não dá para incorporar Orixá. Porque Orixá é uma energia, assim, inconcebível para o ser humano. Mas em compensação, dependendo do médium, eles ainda conseguem incorporar espíritos que estão num grau evolutivo muito mais próximo daquele Orixá do que nós aqui encarnados.

E como é que você identifica isso? Como é que você identifica se é o representante do Orixá que está se manifestando ou se é uma Entidade que vai dar atendimento? Para o médium que está incorporando, e que já tem uma certa experiência, é fácil fazer essa distinção, pela própria intensidade da energia que ele começa a sentir. Quando vem uma representante de Oxum, por exemplo, muitas vezes o médium ou a médium que está recebendo aquela falangeira, eles se sentem como se estivesse debaixo de uma cachoira! Sabe aquela sensação maravilhosa da água caindo e limpando o seu corpo? E daí a médium não vê mais nada, não ouve mais nada, além do barulho da água caindo! É como se aquela cachoeira espiritual tivesse adquirido vida própria. É como se a espiritualidade tivesse transportado uma cachoeira inteira pra dentro do médium. Eu não sei se eu estou conseguindo me expressar, eu não sei explicar com palavras essa sensação, mas é mais ou menos essa a intensidade da energia que o médium sente quando recebe um enviado de Orixá.

E os enviados, quando descem, eles não dão atendimento, eles não conversam, eles não falam nada. Eles simplesmente vêm, trabalham a energia do ambiente e sobem! Até porque, segundo a espiritualidade nos fala, o médium não suportaria a energia desse representante por muito tempo, sem desmaiar. Porque, olha, apesar de ser uma energia muito boa, é uma energia muito forte, muito intensa. Geralmente quando os médiuns desincorporam dos enviados, eles estão ofegantes, eles estão com o coração acelerado. Agora imagina: se um enviado já provoca essa reação no médium, imagina o que aconteceria se ele, hipoteticamente, conseguisse receber a energia diretamente do Orixá? Não tem como, né gente? Não tem como!

E os cambones também sabem quando é o representante do Orixá que está se manifestando pelo jeito da incorporação. A pessoa incorpora e sair rodando, sai girando, sai movimentando os braços alucinadamente para dispersar aquela energia. E se o Cambone chega para conversar com aquela entidade, ele não vai receber resposta alguma. Os enviados não se comunicam.

Diferente da Entidade de trabalho, daquela que vai dar atendimento. Porque a Entidade de trabalho aprendeu a irradiar a sua energia para o médium, dosando na medida certa para estabelecer uma comunicação firme e mais prolongada. A Entidade de trabalho, ela se preocupa em se conectar com alguns chackras específicos do médium que vai proporcionar a comunicação. Afinal de contas, o trabalho dela é esse, né? É usar o médium como um instrumento para se comunicar com o mundo físico.

Então, quando a entidade de trabalho incorpora no médium, essa incorporação se dá de uma maneira muito mais contida. Se a gente for fazer, por exemplo, uma comparação de uma enviada de Oxum e de uma cabocla de Oxum. A Enviada de Oxum vai jogar uma cachoeira de energia em cima da médium. É aquela energia intensa e rápida! Já a Cabocla de Oxum, ela vai abrir um chuveiro, para deixar cair a quantidade de energia na media certa. Porque para um atendimento individualizado, não há a necessidade de abrir uma cachoeira inteira. Abrindo um chuveirinho já está bom! Assim, a entidade vai conseguir fazer o seu trabalho e não vai desgastar tanto o médium. Geralmente os enviados descem no terreiro para fazer uma limpeza coletiva. Daí eles abrem aquele jato forte de energia, com a força suficiente para limpar o ambiente todo.

Mas vamos lá, voltando ao assunto aqui! Evandro, pára de viajar na maionese e termina logo esse assunto que você começou a falar! Resumindo aqui para vocês, gente, existe uma grande diferença entre Orixá e Entidade. Orixá é uma irradiação divina, são aspectos da divindade que se fazem presente no nosso mundo! Então, a gente tem como Orixá: Ogum, Oxóssi, Xangô, Iemanjá, Oxum, Nanã, Obaluaê, Oxalá, Iansã, dentre outros… Orixás são manifestações de Deus na Terra, são aspectos do nosso Pai Olorum.

Entidades, por sua vez, são espíritos que trabalham na energia de determinado Orixá. Então, o que são Entidades? Caboclo, preto-velho, criança, boiadeiro, marinheiro, cigano, exú, pombajira, etc… etc… Entidades são espíritos, certo? Assim como nós, mas que já estão em um patamar evolutivo superior ao nosso.

E por que que eu achei interessante deixar bem clara essa diferença para falar sobre firmeza e assentamento? Pela seguinte razão: Assim como existe uma diferença entre Orixá e Entidade, também existe uma grande diferença entre a ideia de Poder e Força. O Orixá, ele traz o Poder de Deus. A Entidade, ela traz a força do Orixá. É muito importante a gente ter bem clara essa distinção. Então, por exemplo, a gente estava falando de Oxum aqui… Oxum traz o Poder do Amor Divino. Xangô, por sua vez, traz o Poder da Justiça de Deus. E cada Orixá carrega um aspecto da divindade. Por isso que a gente fala que Orixá é Poder!

As Entidades, por sua vez, elas trazem a força do Orixá. Então, uma cabocla de Oxum vai carregar a força de Oxum. Um caboclo de Oxóssi vai carregar a força de Oxóssi. E assim por diante. A Entidade carrega a força do Orixá que ela representa.

Agora, vamos transportar isso para as firmezas e assentamentos. Quando você faz uma firmeza, você está fazendo uma firmeza para a força das Entidades, tá? Então você faz uma firmeza para o seu anjo da guarda, você faz uma firmeza para o seu guia, você faz uma firmeza para determinada linha de trabalho. A firmeza tem o propósito de fortalecer a sua conexão com uma determinada entidade.

Já o assentamento, como o próprio nome diz, é quando você assenta o Poder daquele Orixá no seu terreiro ou na sua casa. O assentamento é uma conexão direta com o Orixá. Tanto é que para fazer o assentamento, você normalmente usa elementos da natureza que estão relacionados diretamente com o Orixá que você quer assentar.

Recapitulando aqui, então, a firmeza é direcionada para a força das entidades. E o assentamento é direcionado para o Poder dos Orixás. Certo? Tudo bem até aqui? Qualquer dúvida pode me perguntar, tá? Me interrompe que eu paro a explicação! Ai, Evandro, como você é besta!

Continuando, vamos lá! (eu tenho que parar de falar bobeira). Tem uma outra diferença muito importante entre firmeza e assentamento. A firmeza, ela é transitória, ela é momentânea, chega uma hora que ela acaba e precisa ser renovada. O assentamento já é permanente! Você faz o assentamento uma vez e depois você só precisa ir alimentando ele de tempos em tempos.

A firmeza é como se fosse uma bateria, chega uma hora que ela se esgota. E o assentamento é como se fosse uma tomada de parede. Vai produzindo energia constante. Uma pergunta que eu costumo ouvir com frequência é a seguinte: “eu posso fazer um assentamento na minha casa?” Poder, pode… mas não há necessidade nenhuma de você fazer isso? Por que? O assentamento é feito para a sustentação de um trabalho espiritual.

Você faz um trabalho espiritual na sua casa, você atende pessoas na sua casa? A não ser que você realize atendimentos constantes na sua casa, não há a necessidade de fazer um assentamento. O assentamento, normalmente, é feito em terreiro. Na sua casa, o que você pode fazer, e que é muito bom, são firmezas. Você firma para os seus guias, você firma para os seus mentores, você firma para o seu anjo da guarda, enfim… a firmeza é uma conexão sua com o plano espiritual. Já o assentamento é feito para a coletividade, para sustentar um trabalho espiritual.

Daí, você que é uma pessoa esperta, interessada em aprender, você vira pra mim e fala assim: “mas eu já vi gente fazendo firmeza para Orixá. Está certo isso? Está!!! Se isso está fazendo bem para aquela pessoa, não tem problema nenhum! Você pode fazer firmeza para Oxalá, para Xangô, para Iansã, para o Orixá que você quiser. Porque aquela firmeza que você está fazendo, vai atrair a simpatia ou o interesse das Entidades que trabalham na força daquele Orixá. É simples assim!

Sabe qual é a firmeza mais simples que você pode fazer? É acender uma vela intencionada para determinada entidade ou para determinado Orixá. Essa é a maneira mais simples de você firmar uma força. Só que quando você acende uma vela, você tem que acender com fé! Você tem que colocar naquela vela a sua força mental. Você tem que colocar naquela vela a sua intenção, o seu desejo. Senão vai ser apenas uma vela acesa, sem propósito nenhum.

A gente usa essa palavra “firmeza”, porque você vai firmar a sua intenção naquela vela. E aquela força vai ficar firmada, vai ficar vibrando, vai ficar repercutindo no plano astral enquanto aquela vela estiver queimando. A vela funciona como um condensador energético para sua intenção. Lembra que eu já falei sobre isso em algum episódio anterior que eu não me lembro agora qual é? E quando aquela vela apagar, daí a firmeza para a qual ela foi acesa vai se dissipando aos poucos. É a bateria que vai se esgotando, né?

A vela funciona como um elo de ligação nosso com a Entidade espiritual, que por sua vez atua na força de determinado Orixá. E a gente pode potencializar ainda mais a firmeza da vela quando, por exemplo, a gente acende uma vela numa cor específica. Geralmente é a cor que vibra a energia do Orixá que a gente está invocando. Então, se você quer fazer uma firmeza para Caboclo, você acende uma vela verde, que vai vibrar no Plano Astral a energia de Oxóssi. Se você quer fazer uma firmeza para Exú, você vai acender uma vela preta. Se você quer fazer uma firmeza para um Soldado de Ogum, você vai acender uma vela vermelha ou azul marinho, dependendo da sua vertente.

Então, a cor da vela serve para intensificar a sua firmeza. Isso não significa que se você acender uma vela na cor errada, vai deixar de funcionar aquela firmeza. A firmeza vai funcionar da mesma maneira, talvez não com a mesma intensidade, mas a sua firmeza vai estar feita. Às vezes você quer acender uma vela azul clara, mas só tem rosa! Mamãe Iemanjá não vai ficar brava com você por causa disso. Desde que você coloque a intenção correta, desde que você firme o seu pensamento no propósito que você quer.

Eu costumo dizer o seguinte: não tem a cor de vela do Orixá que você quer acender? Acende uma vela branca! Porque branco é a cor universal, branco é a cor de Oxalá, branco é a união de todas as cores. Eu só não consigo acender vela branca para Exú, porque o preto é a ausência de todas as cores. De resto, faltou a cor que você precisa, mete o branco que está tudo certo!

Agora imagina que você já vai fazer a firmeza da sua vela, na cor certa do Orixá. E você quer potencializar ainda mais essa firmeza! É só fazer a firmeza dessa vela em cima de um ponto riscado. Para quem não sabe, o ponto riscado é um conjunto de símbolos sagrados que são passados diretamente pela entidade ao médium. Se você é médium, já incorpora, já trabalha, mas ainda não sabe riscar o ponto, é porque ainda não chegou o momento certo. Então relaxa. Não sabe riscar o ponto, não inventa!

Lembrando que a gente pode fazer firmeza tanto em benefício próprio como também para ajudar uma outra pessoa. Às vezes é você que está precisando de uma firmeza, de uma conexão mais forte com o seu guia, porque está se sentindo desequilibrado. Às você quer ajudar uma pessoa que não é da Umbanda, daí você também pode fazer uma firmeza em benefício àquela pessoa.

A gente pode fazer firmeza para uma entidade para pedir força, para pedir proteção, para pedir amparo quando a gente estiver passando por um momento difícil. A firmeza serve pra isso.

E uma das firmezas mais importantes que existe para o médium umbandista é a firmeza para o seu Anjo da Guarda. Tem gente que faz a firmeza para o Anjo da Guarda apenas nos dias de gira, tem gente que prefere fazer a firmeza do Anjo da Guarda usando uma vela de sete dias, mantendo a chama acesa continuamente e substituindo a vela assim que ela termina. Isso vai de cada um, isso vai da sua crença, da sua fé. Do que é melhor para você.

E olha, gente, o ambiente muda viu! Faz uma firmeza para o seu Anjo da Guarda usando uma vela de 7 dias e deixa essa vela queimando a semana toda na sua casa. Se você tiver uma mediunidade mais apurada, você vai ver como que aquele ambiente se modifica!

Bom, gente, eu inicialmente, tinha me proposto aqui nesse episódio a falar sobre firmeza e assentamento. Mas eu acabei me alongando um pouco nos assuntos (para variar, né) e o áudio ficou um pouco longo, já está dando o nosso tempo por aqui.

Vamos fazer o seguinte? Eu praticamente já falei tudo o que eu queria falar sobre firmeza. Então, eu vou encerrar o áudio de hoje dando um exemplo de firmeza que eu costumo fazer para Oxalá, só para vocês terem uma ideia de como funciona o negócio. Quem sabe vocês não se animam para fazer também, né? E daí, no próximo episódio, eu já entro direto para falar sobre assentamentos. Pode ser?

Então, vamos lá! Na firmeza para Oxalá, eu costumo usar geralmente um pano branco, pode ser um pano de prato ou um lenço para forrar a superfície onde você vai fazer firmeza. Fica a seu critério. Desde que esse pano seja usado exclusivamente para esse fim, né? Você tem que separar um pano branco só pra isso. Não vai pegar o pano prato que você enxuga louça para fazer firmeza para Oxalá, né!. Em cima do pano eu coloco um prato com água mineral. De preferência um prato branco, mas se você não tiver, não tem problema, pode ser também um prato transparente daqueles de vidro. Só não coloca prato de plástico. Você derrama a água o suficiente para cobrir o fundo do prato só. Daí, dentro do prato, ao redor da água, você coloca um pires, ou então um suporte de vela. É onde você vai fazer a sua firmeza. A vela também é branca, né, porque é para Oxalá.

Antes de acender a vela, você leva ela junto do seu peito e coloca toda a sua intenção, todo o seu sentimento no pedido que você vai fazer. “meu Pai Oxalá, eu firmo essa vela em tua homenagem e em respeito a toda essa falange de espíritos iluminados que trabalham na sua Egrégora, para que eles me fortaleçam nesse momento difícil que eu estou passando. Que a tua energia desça sobre a minha coroa e ilumine a minha caminhada. Que a minha fé se fortaleça cada vez mais, que eu possa seguir os passos dos nossos irmãos espirituais evoluídos que me orientam”. Eu estou falando isso, gente, mas é um exemplo, tá? Eu estou improvisando aqui. Intencionem a vela com aquilo que estiver saindo do seu coração na hora! A prece tem que vir de dentro de vocês. Isso é muito importante!

Depois você acende a vela, faz a saudação para Oxalá: “Êpa Babá!”. Se você quiser, segura a vela acesa na sua mão por um tempinho, enquanto canta um ponto, pode ser qualquer ponto de Oxalá que você goste “Oxalá, meu Pai, tem pena de nós, tem dó! Se a volta do mundo é grande, seu poder ainda maior” né? Vai cantando o ponto e mentalizando o seu pedido. Daí você firma a vela no pires ou no suporte que você tem pra isso, coloca o pires dentro do prato com a água. E está feita a sua firmeza! Daí é só deixar a vela queimar até apagar.

Bom, eu espero que vocês tenham gostado! Então a gente combina assim: no próximo episódio eu volto para falar sobre assentamento, tá bom? Obrigado por ouvir mais esse áudio. E que a Luz do nosso Pai Oxalá abençoe a todos nós!

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